Não é fácil permitirmo-nos sentir saudades de alguém.
Não quando é saudade a sério. Persistente. Caprichosa. Louca.
Sentir a falta, isso é espontâneo. A gente sente falta de ouvir uma canção, de ler um bom livro, ou da companhia de um velho amigo, mas não endoidecemos na sua ausência.
Sentir falta alimenta-nos. Elucida-nos: tendemos a valorizar o que está ausente ou incerto.
Mas a verdade é que, geralmente, só nos consentimos desejar aquilo que, embora distante, está perto o suficientemente para que o possamos alcançar.
Raras são as vezes em que somos corajosos ao ponto de ambicionar incansavelmente o impossível. Isso consome-nos. Isso paralisa-nos. Isso é saudade.
Não quando é saudade a sério. Persistente. Caprichosa. Louca.
Sentir a falta, isso é espontâneo. A gente sente falta de ouvir uma canção, de ler um bom livro, ou da companhia de um velho amigo, mas não endoidecemos na sua ausência.
Sentir falta alimenta-nos. Elucida-nos: tendemos a valorizar o que está ausente ou incerto.
Mas a verdade é que, geralmente, só nos consentimos desejar aquilo que, embora distante, está perto o suficientemente para que o possamos alcançar.
Raras são as vezes em que somos corajosos ao ponto de ambicionar incansavelmente o impossível. Isso consome-nos. Isso paralisa-nos. Isso é saudade.